dailyplanet #005: a criação da pessoa que pensamos ser

  • Ingrid Santana

    É vizi, acredito que se os indivíduos não tem mente receptiva pra conversar e estar a escutar novas ideias, se repensar a cada papo… o remédio pra isso é tempo e experiências, até talvez pós vida. Já cansei de debater sobre assuntos (até que não giravam tanto em torno do que falou no texto) e simplesmente a pessoa às vezes não aceita, cara. Nem com cristo descendo ao céu, sabe?
    Não é por isso que acho que as pessoas devam desistir das outras ou “ah, é assim mesmo né, deixa pra lá, dane-se…”, mas a partir do momento que a gente faz o que pode, o tempo é que tem chance de trazer outras vivências (boas ou ruins) onde talvez as coisas mudem. Talvez. O Lula teve câncer e nem assim acho que parou de fazer falcatruas… xD Talvez só a doença vegetativa ou morte pra algumas pessoas perceberem que valores que tem e como isso atinge o seu redor.

    • Vizi, às vezes é foda. Tem coisas que são opinião, ok, mas tem coisas que envolvem caráter – ou o simples fato de: dude, não seja babaca. No fim, eu penso: a gente tem que arranjar meios de ser feliz e provocar a felicidade e a paz no mundo, de alguma forma. E viver, a partir das nossas próprias ideias, porque a vida corre.